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Aqui você converte MP4 para JPG de graça e sem conta: solte o arquivo acima e em poucos segundos o resultado está pronto para baixar. A conversão acontece dentro do seu próprio navegador, então o arquivo nunca é enviado. Funciona igual no Windows, no macOS e no Linux e também no iPhone e no Android, e continua funcionando mesmo se você cortar a conexão.
Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.
Eles são convertidos um após o outro e baixados juntos em um ZIP.
MP4 para JPG
Uma captura pega o que o monitor mostra: com a barra de controles por cima, na resolução da janela e não na do vídeo.
Aqui sai o quadro de verdade, no tamanho cheio. Num vídeo em 4K a diferença entre os dois caminhos é enorme.
Você pode indicar um momento exato em vez de procurar arrastando. Útil quando já sabe onde está o que precisa.
O vídeo não é reproduzido para chegar lá: pula-se direto ao ponto, então funciona também em arquivos longos sem espera.
Um vídeo guarda por inteiro só alguns quadros; os demais são descritos como diferença em relação a esses. Se você cair num deles, o resultado sai mais mole.
Em cenas com muito movimento isso é mais forte. Desloque o instante alguns décimos de segundo e costuma aparecer um quadro melhor.
Um JPG pesa uma fração do PNG equivalente e abre em qualquer lugar. Para uma prévia, um anexo, um chamado ou uma miniatura é a escolha prática.
Se o quadro ainda vai ser recortado e retocado, pegue o PNG: cada salvamento em JPG tira mais um pouco.
Dá para repetir a operação com instantes diferentes e montar uma série. É o jeito mais simples de tirar algumas imagens de prévia de um vídeo.
Cada quadro é independente: escolher cinco não custa mais do que escolher um cinco vezes.
Ele é decodificado no navegador, no seu aparelho. Nada sai, e não há limite de tamanho porque não há linha nossa a ocupar.
Com um arquivo de dois gigabytes funciona igual a um de vinte megabytes: muda só o quanto o seu computador trabalha.
Geradores de vídeo devolvem MP4 curtos, e um quadro solto de um deles é necessário o tempo todo: como miniatura, como prévia para quem não vai assistir a cinco segundos de material, ou como referência para devolver a um prompt de imagem. Pausar e tirar uma captura leva junto a interface do player, no tamanho que a janela tinha.
Extrair um quadro pega os pixels do próprio codificador, na resolução do clipe. A ressalva lá em cima vale aqui com força especial: em vídeo gerado, os quadros em movimento são mais moles que os parados, então um tirado de uma panorâmica rápida decepciona. Vá até um momento em que pouco se mexe e o congelado ficará tão nítido quanto a origem permite.
Nenhum dado de gravação, nenhuma legenda, nenhum áudio. É uma imagem, e ponto.
Se você precisa saber quando o vídeo foi feito, isso está no arquivo de vídeo e não no quadro que sai dele.
| MP4 | JPG | |
|---|---|---|
| Nome completo | Vídeo MPEG-4 | Imagem JPEG |
| Extensão do arquivo | .mp4 | .jpg, .jpeg, .jpe |
| Tipo de mídia | video/mp4 | image/jpeg |
| Compressão | Com perdas — o tamanho é comprado com qualidade | Com perdas — o tamanho é comprado com qualidade |
| Publicado pela primeira vez | 2001 | 1992 |
| Publicado por | MPEG | Joint Photographic Experts Group |
| Especificação | ISO/IEC 14496-14 | ITU-T T.81 |
| Licença | Padrão aberto | Padrão aberto |
| Situação hoje | Atual | Atual |
| Profundidade de bits | — | 8 |
| Cor que consegue descrever | — | RGB, tons de cinza, YCbCr |
| Maior imagem | — | 65.535 px por lado |
| Abre no navegador | Todos os navegadores | Todos os navegadores |
| Considerado no lugar | WebM, MKV, MOV | WebP, AVIF, HEIC |
JPG não tem onde guardar as propriedades do documento, então isso não passa do arquivo MP4. Vale conferir antes de apagar o original — e vale saber, se apagar era justamente o objetivo.
Os programas de sempre não se cruzam: MP4 abre em VLC, HandBrake e Adobe Premiere Pro, e JPG em Adobe Photoshop, GIMP e Preview, então quem receber o resultado precisa de algum do segundo grupo.
MP4 é o formato da MPEG, publicado em 2001. Está descrito em ISO/IEC 14496-14, e vale conhecer se o arquivo precisa sobreviver à ferramenta que o escreveu.
JPG vem da Joint Photographic Experts Group é de 1992, descrito em ITU-T T.81. Adobe Photoshop, GIMP e Preview leem o formato.
Não. Esta conversão acontece inteiramente no seu navegador, então o arquivo não sai do seu aparelho. Você mesmo pode conferir: abra a aba de rede das ferramentas de desenvolvedor e converta alguma coisa. Você verá a própria página e as requisições de estatística e de publicidade com que este serviço é pago, e nenhuma que leve o seu arquivo. O motor deste par específico é mediabunny, um invólucro do WebCodecs, que aproveita os decodificadores do seu próprio aparelho; seu navegador baixa isso uma vez e guarda.
É. Sem conta, sem marca d’água e sem cota diária para gastar: roda no seu próprio aparelho, então você pode voltar quantas vezes quiser. O navegador processa arquivos de até 100 MB, 100 por vez. mediabunny é baixado para a sua máquina e roda lá, e por isso não há contador.
JPG comprime, então dados se perdem. No ajuste padrão isso não aparece; se você quer garantia, aumente a qualidade. Um quadro, na resolução cheia. Uma imagem parada tirada de vídeo comprimido carrega essa compressão: um instante de muito movimento sai mais mole que um parado, e isso é a codificação do próprio vídeo, não algo que esta conversão faça.
JPG não tem onde guardar as propriedades do documento, então isso não passa do arquivo MP4. Vale conferir antes de apagar o original — e vale saber, se apagar era justamente o objetivo.
O que esta página afirma sobre MP4 e JPG pode ser conferido, e estes são os documentos que resolvem a questão.