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Converter vídeo no navegador era impossível até pouco tempo atrás, e hoje quem faz isso é o próprio aparelho: a decodificação e a codificação rodam no hardware que você tem em mãos, o mesmo que reproduz vídeo todos os dias. Isso quer dizer que um arquivo de dois gigabytes não precisa ser enviado a lugar nenhum nem esperar em fila.
Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.
Eles são convertidos um após o outro e baixados juntos em um ZIP.
11 formatos nesta categoria, 95 conversões funcionando — 95 delas sem que o arquivo saia do aparelho.
O formato de vídeo que toca em qualquer lugar. Na dúvida, a resposta é esta.
O contêiner de vídeo da Apple. É o que os iPhone e quase todos os programas de edição entregam.
Um contêiner aberto que aceita de tudo: várias faixas de áudio, legendas, capítulos. Aparelhos de sala se dão mal com ele.
O formato de vídeo livre de patentes para a web. Arquivos pequenos, toca no navegador, e quase toda TV ignora.
A variante de MP4 da Apple. Idêntica na prática, a não ser que o arquivo carregue proteção contra cópia.
Alguém com um clipe certo no meio e errado nas duas pontas: uma gravação de tela que começou cedo demais, ou um vídeo de celular com trinta segundos de bolso no fim.
Alguém que quer o som e não a imagem: uma aula gravada para ouvir caminhando, uma entrevista para transcrever, uma música tirada de um vídeo que mandaram.
Alguém com um vídeo que toca de lado: filmado na vertical e aberto no computador, ou gravado com o celular virado de um jeito que o celular não esperava.
Alguém que quer um laço curto para um chat, um rastreador de tarefas ou um documento: algum lugar que não aceita vídeo mas mostra uma imagem animada sem problema.
Alguém com um vídeo em 4K que não precisa ser: um limite de envio que recusa, um site que vai reduzir de novo, um telefone que engasga para reproduzir.
Alguém que quer a mudança de velocidade gravada no arquivo em vez de escolhida no player: um timelapse de uma gravação longa, um clipe em câmera lenta para examinar.
Alguém que precisa de uma única imagem de um vídeo: uma miniatura para um envio, um quadro para um documento, exatamente o instante em que se vê o que está descrevendo.
Conversor de vídeo
MP4, MOV e MKV são contêineres: caixas que guardam uma trilha de vídeo, uma ou várias de áudio e às vezes legendas. O codec é o que está dentro da trilha, normalmente H.264, HEVC ou AV1. Quase sempre, ir de MOV para MP4 só troca a caixa e não encosta no conteúdo, e por isso é instantâneo e não perde nada.
Quando é mesmo preciso recodificar, dá para sentir no tempo e na qualidade. A página diz de antemão em qual dos dois casos você está, porque são experiências completamente diferentes.
Os codecs disponíveis dependem do navegador e do aparelho, não de nós. Antes de oferecer um destino, verificamos se o seu equipamento sabe produzi-lo, e por isso a lista de opções pode ser diferente entre o seu notebook e o seu celular.
Se um formato não aparece, é porque este navegador não consegue escrevê-lo. Normalmente resolve abrir a mesma página em outro navegador, e isso é melhor do que oferecer um botão que falha no meio da conversão.
Não. A conversão acontece no seu aparelho, com o mesmo hardware que o navegador usa para reproduzir vídeo. Um arquivo grande não sai do lugar, que é também o motivo de não existir fila.
Se só o contêiner muda — de MOV para MP4, por exemplo — é questão de segundos, porque o vídeo não é tocado. Se for preciso recodificar, conte com algo da ordem da duração do próprio vídeo, dependendo do aparelho.
Nenhum que venha da nossa parte. O limite real é a memória do seu aparelho, e é por isso que um computador de mesa aguenta arquivos que um celular não aguenta.