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89 formatos · 495 conversões funcionando · Sem conta, sem marca-d’água
A maior parte das conversões acontece no seu navegador, sem que o arquivo saia do seu aparelho.
Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.
Eles são convertidos um após o outro e baixados juntos em um ZIP.
423 de 495 conversões rodam na sua própria máquina.
89 formatos
A lista vem de um único registro, então não tem como ficar desatualizada.
Sem conta, sem marca-d’água
Não há cadastro, e nada fica carimbado no resultado.
Funciona com a internet desligada
Depois que a página carrega, o conversor não precisa de mais nada.
Como funciona
Os conversores de arquivo de sempre funcionam como se espera: você entrega o seu arquivo, ele viaja até uma máquina sobre a qual você não sabe nada, alguma coisa acontece lá e volta um resultado. A conversão é de outra pessoa, e com ela o arquivo. Que ele fique por lá é uma promessa, não um fato.
O Quinvert trabalha onde o arquivo já está. Os navegadores cresceram: eles rodam código compilado em velocidade quase nativa, e por isso as mesmas bibliotecas de imagem, áudio e documento que um programa do seu computador usa conseguem rodar dentro de uma aba. Quando você solta um arquivo aqui, a página baixa exatamente o motor que o seu formato precisa, lê o arquivo na memória do seu aparelho, escreve o novo e devolve direto como download. Não existe ida e volta porque não existe destino para onde ir.
Isso tem consequências que vão além da privacidade. Com arquivos grandes é mais rápido, porque um vídeo de 90 MB não passa dois minutos viajando em cada sentido. Funciona também sem conexão assim que a página carregou. E não há fila nem nada para vender como plano melhor, porque nestas conversões nenhuma capacidade de servidor é racionada: em 423 das 495 conversões a nossa infraestrutura nem participa. Elas não nos custam nada, então não há nada a cobrar.
A exceção está aqui e não nas letras miúdas. Cerca de 72 conversões — principalmente as de Word, Excel e PowerPoint — precisam de um pacote de escritório que nenhum navegador consegue hospedar. Esses arquivos são processados no nosso servidor, e o diretório de trabalho deles é apagado assim que o resultado é retirado. Em cada página está dito, antes de você começar, de qual dos dois tipos se trata, e a política de privacidade explica exatamente o que isso significa.
Converter. 495 pares de formato entre 89 formatos: imagens, documentos, planilhas, áudio, vídeo, arquivos compactados, livros digitais, arquivos de dados. Solte um arquivo e o formato é reconhecido pelos bytes dele e não pelo nome, então uma extensão errada não confunde nada. Cada par tem a sua própria página, que explica o que a conversão realmente faz com o arquivo, inclusive os pontos em que alguma coisa se perde.
Comprimir. Reduzir uma foto ou um gráfico, por nível de qualidade ou por um tamanho que você precisa respeitar. O campo de upload com limite de 2 MB é o motivo de sempre. A imagem é codificada em várias qualidades e fica a melhor que ainda cabe. Um arquivo que não dá para reduzir de forma sensata volta como está, em vez de voltar maior.
Remover metadados. As fotos lembram onde foram feitas e com qual câmera. Os documentos lembram quem os escreveu e quantas vezes se trabalhou neles. O áudio e o vídeo arrastam o programa que os criou. Aqui você vê primeiro o que o seu arquivo carrega consigo e depois remove, sem perdas e sem recodificar, de modo que a imagem ou a gravação continuam sendo bit a bit as mesmas.
É, e sem o asterisco de costume. Sem conta, sem período de teste, sem uma fila que se possa furar pagando e sem marca d’água em nada do que sair. Uma conversão no navegador não nos custa nada, então ali não há o que medir nem limite diário; as poucas que precisam do nosso servidor têm um teto de 100 por dia por visitante — o único contador do produto. A página se paga com publicidade: daí o aviso de consentimento e nada mais que queira dinheiro seu.
Em quase nenhuma conversão: 423 de 495 rodam inteiramente no seu navegador, então o arquivo nunca sai do seu aparelho. A exceção são os formatos de documento e de arquivo compactado, que exigem software que não roda num navegador. De qual tipo é uma conversão está indicado no botão antes de você tocar nele.
Não. Tudo roda no navegador que você já tem aberto: no Windows, no macOS, no Linux, no iPhone e no Android. Depois do primeiro carregamento funciona até sem conexão com a internet.
Existe, dois, e preferimos dizer antes em vez de no meio do caminho: 100 MB por arquivo quando a conversão roda no navegador, 25 MB quando roda no nosso servidor, e 100 arquivos por lote nos dois casos. Abaixo desse teto, o limite real é a memória do seu aparelho, bem mais generosa num computador do que num celular.
Porque quase nada disto nos custa. O cálculo acontece no seu aparelho e não no nosso, então não existe um custo de servidor por arquivo a recuperar. O que sobra é sustentado pela publicidade.