Conversor de dados

Formatos de dados se convertem uns nos outros melhor do que quase qualquer outra coisa, porque todos descrevem o mesmo: linhas e campos, ou objetos e chaves. O que muda entre eles é quanta informação *sobre* os dados eles conseguem guardar, e é aí que uma conversão descuidada quebra coisas em silêncio.

Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.

Todos os formatos de data que atendemos

10 formatos nesta categoria, 71 conversões funcionando — 70 delas sem que o arquivo saia do aparelho.

  • JSONJSON

    O formato de dados da web. Estruturas aninhadas, legíveis a partir de qualquer linguagem de programação.

  • NDJSONNDJSON

    Um objeto JSON por linha. É o que esteiras de log e exportações de dados emitem.

  • CSVCSV

    Uma tabela em texto puro. Qualquer planilha, banco de dados e ferramenta de análise lê. Atenção: aqui o Excel separa por ponto e vírgula.

  • TSVTSV

    Como CSV, mas separado por tabulação — com isso o problema da vírgula dentro de um campo nem chega a existir.

  • ParquetParquet

    Armazenamento por colunas para grandes volumes. Bem menor e bem mais rápido de consultar que um CSV.

  • XMLXML

    O antepassado prolixo do JSON. Continua sendo a espinha dorsal da troca de dados entre empresas e órgãos públicos.

  • YAMLYAML

    Formato de configuração que estrutura por indentação. Confortável de ler e implacável com espaços.

  • TOMLTOML

    Um formato de configuração que se mantém legível sem herdar as armadilhas de indentação do YAML.

  • INIINI

    Seções e pares de chave e valor. O formato de configuração mais antigo que ainda se usa todo dia.

  • SQLSQL

    Uma tabela transformada em comandos INSERT, pronta para entrar num banco de dados.

Ferramentas para arquivos de Conversor de dados

Onde algo se perde de verdade

Um CSV não guarda tipos: um CEP que começa com zero, um identificador longo ou uma data são todos texto até alguém decidir outra coisa. Ao passar para JSON ou Parquet é preciso decidir, e decidir errado transforma «01234» em 1234.

No sentido contrário, um JSON aninhado não cabe numa tabela plana sem ser achatado, e achatar é uma decisão com várias respostas corretas. Por isso as páginas desta categoria explicam o que fazem em vez de simplesmente fazer.

O separador, que aqui não é nota de rodapé

No Brasil e em boa parte da América Latina, o Excel escreve e espera ponto e vírgula como separador de um CSV, porque a vírgula já está ocupada pelos decimais. Um CSV feito num sistema em inglês abre aqui numa coluna só.

A conversão detecta o separador em vez de supor, e deixa você fixá-lo na mão quando o arquivo é ambíguo. É a falha mais comum ao mover uma tabela entre países.

Conversor de dados: perguntas frequentes

Meus dados são enviados?

Não. Todas as conversões de dados acontecem no seu navegador, o que importa quando a tabela é uma lista de clientes ou uma exportação interna.

Por que meu CSV abre numa coluna só?

Porque o arquivo separa por vírgula e o seu Excel espera ponto e vírgula, ou o contrário. Ao converter você pode fixar o separador de forma explícita, e aí o resultado abre certo na primeira tentativa.

Quanto um Parquet ocupa em relação a um CSV?

Bem menos, muitas vezes uma fração, porque ele guarda por colunas e comprime cada uma com o que serve para ela. Também preserva os tipos, que é o que um CSV não consegue fazer.

Outras coisas para converter