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Antes de enviar um documento quase sempre sobra alguma coisa: páginas em branco que o scanner colocou, uma capa, uma anotação interna que não deve sair. Marque as que você quer tirar e receba o resto.
Onde roda
Um PDF é lido no navegador. Nada é enviado.
Sem fila, sem conta
Começa no instante em que você solta o arquivo, e nunca pergunta quem você é.
Sem marca-d’água
O que sai é o arquivo que você fez, sem nada acrescentado.
As páginas preservadas são copiadas como estão: texto selecionável, vetores nítidos, imagens byte a byte. Nada é recomprimido.
O arquivo resultante costuma pesar um pouco menos, na proporção do que foi tirado. Se o seu objetivo principal era reduzir o peso, comprimir é a ferramenta indicada, não excluir páginas.
A página excluída não é escondida nem deixada em branco: ela não é copiada para o documento novo, então não sobra nada dela dentro do arquivo.
O que permanece são os metadados do documento. Autor, programa e datas continuam ali, e para removê-los existe uma página específica.
Não. Tudo acontece no seu navegador, que é o que se procura quando o que se tira é justamente o que não podia sair.
Fica. O documento novo é construído copiando só as páginas que você mantém; a excluída nem chega a ser escrita.
Dá, soltas ou em trechos, por exemplo «2, 5, 9-11».