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Aqui você converte XLSX para CSV de graça e sem conta: solte o arquivo acima e em poucos segundos o resultado está pronto para baixar. A conversão acontece dentro do seu próprio navegador, então o arquivo nunca é enviado. Funciona igual no Windows, no macOS e no Linux e também no iPhone e no Android, e continua funcionando mesmo se você cortar a conexão.
Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.
Eles são convertidos um após o outro e baixados juntos em um ZIP.
XLSX para CSV
O motivo é quase sempre um sistema do outro lado: uma importação de banco de dados, um script, um formulário de upload, uma ferramenta mais velha que os formatos do Excel. O CSV é a tabela mais simples que existe — valores, separadores, quebras de linha — e é justamente essa simplicidade que faz tudo aceitar ele.
Tudo o que uma planilha faz além de guardar valores. Formatação, cores, largura de coluna, painéis congelados e comentários não têm para onde ir. As fórmulas são resolvidas nos seus resultados calculados, que é o que a importação quer. Célula mesclada entrega o valor uma vez e deixa as outras posições vazias — vale conferir se a sua aba usa mesclagem para diagramar.
Este é o limite para saber antes de começar. Um CSV guarda uma tabela e uma pasta de trabalho guarda vinte, então só a primeira aba é convertida. Não há alternativa honesta — emendar várias abas num arquivo só produziria algo que parece dado e não é.
Se você precisa de várias, salve cada uma separadamente na planilha e converta uma a uma. São dois minutos a mais e são a diferença entre a importação que passa e a que morre no meio com erro de número de colunas.
O CSV é escrito em UTF-8 sem marca de ordem de bytes, que é o que qualquer importador atual espera. O Excel no Windows é a exceção incômoda: dois cliques num CSV em UTF-8 transformam «endereço» em «endereço», porque o Excel adivinha a codificação pela configuração do sistema em vez de ler o arquivo.
A saída é importar em vez de abrir — Dados > Obter dados > De texto/CSV, e escolher UTF-8 na origem. Não há nada errado com o arquivo; o Excel só está lendo com a suposição errada.
Aqui mora a diferença que quase toda planilha brasileira encontra. No Windows configurado para o Brasil, a vírgula é o separador decimal, então o Excel usa ponto e vírgula como separador de campo e chama isso de CSV do mesmo jeito. Um arquivo separado por vírgula abre com tudo empilhado numa coluna só, e a impressão é de que a conversão falhou.
A saída é a mesma de sempre: importar pelo Dados > De texto/CSV, onde o delimitador é uma escolha sua. Se o destino é um sistema — uma API, um ERP, um banco de dados —, ele quer vírgula e ponto decimal, e o arquivo daqui já está certo. É o Excel que precisa ser avisado, não o CSV que precisa mudar.
Isto roda inteiramente no seu navegador. Planilha costuma ser o arquivo mais sensível que uma empresa tem — folha de pagamento, carteira de clientes, tabela de preços — e não há razão para uma viajar até algum lugar só para reorganizar as vírgulas. Também quer dizer que nenhuma instalação do Office é necessária, o que muitas vezes é o motivo da busca.
Planilha não guarda data. Guarda um número e um formato de exibição, e o que cai no CSV é a data escrita por extenso — então a ordem em que ela é escrita importa enormemente para quem for ler depois.
Confira as primeiras linhas antes de entregar o arquivo. Uma coluna com 03/04/2026 é dia 3 de abril para você e 4 de março para praticamente todo sistema escrito em inglês. Se o destino espera data em formato ISO, reformatar a coluna na planilha antes sai muito mais barato do que discutir com a importação depois.
Uma célula que mostra R$ 1.234,50 guarda o número 1234,5, e é o número que chega ao CSV. Símbolo de moeda, separador de milhar e casas decimais fixas são instruções de exibição, não dado.
Isso quase sempre é o que a importação quer — um leitor que receba «R$ 1.234,50» vai falhar ou entender 1. Se quem vai ler o CSV é uma pessoa, espere algo mais seco do que a planilha parecia, e saiba que isso está correto, não perdido.
Um valor com vírgula é escrito entre aspas, então um endereço guardado numa célula só sobrevive inteiro em vez de virar três colunas. Um valor com aspas tem elas duplicadas, que é o que a convenção do CSV manda e o que todo leitor sério espera.
O caso chato é a célula com quebra de linha — em geral a coluna de observações de um formulário exportado. Ela vai entre aspas e continua sendo um valor só, mas ferramentas simples que cortam por quebra de linha em vez de interpretar de verdade ainda erram. Se a importação for frágil, tire as quebras na planilha antes.
O que converte é o intervalo usado da aba, que nem sempre é o que se vê. Uma linha esvaziada apagando o conteúdo, e não excluindo a linha, continua contando — então o arquivo pode terminar com uma sequência de linhas em branco.
Linhas e colunas ocultas também convertem, porque ocultar é uma propriedade de exibição e não uma forma de remover. Se uma aba tem colunas escondidas justamente por não deverem ser compartilhadas, exclua elas antes de converter em vez de confiar no esconderijo.
| XLSX | CSV | |
|---|---|---|
| Nome completo | Pasta de trabalho do Excel | Comma-Separated Values |
| Extensão do arquivo | .xlsx | .csv |
| Tipo de mídia | application/vnd.openxmlformats-officedocument.spreadsheetml.sheet | text/csv |
| Publicado pela primeira vez | 2007 | 1972 |
| Publicado por | Microsoft | — |
| Especificação | ECMA-376 | RFC 4180 |
| Licença | Padrão aberto | Padrão aberto |
| Situação hoje | Atual | Atual |
| Abre no navegador | Nenhum navegador | Nenhum navegador |
| Considerado no lugar | ODS, Parquet | JSON, Parquet |
Microsoft Excel e LibreOffice Calc leem tanto XLSX quanto CSV, então dá para comparar o resultado com o original sem um segundo programa.
Os dois miram trabalhos diferentes: XLSX em a edição, CSV em mover dados entre programas. Vale pesar isso antes, porque o motivo de um existir costuma ser o motivo de o outro ser incômodo.
XLSX é o formato da Microsoft, publicado em 2007. Está descrito em ECMA-376, e vale conhecer se o arquivo precisa sobreviver à ferramenta que o escreveu.
CSV e de 1972, descrito em RFC 4180. Microsoft Excel, LibreOffice Calc e pandas leem o formato.
CSV foi publicado em 1972 e XLSX em 2007. O mais antigo costuma ser o arquivo mais seguro para entregar; o mais novo faz o mesmo com menos bytes.
Não. Esta conversão acontece inteiramente no seu navegador, então o arquivo não sai do seu aparelho. Você mesmo pode conferir: abra a aba de rede das ferramentas de desenvolvedor e converta alguma coisa. Você verá a própria página e as requisições de estatística e de publicidade com que este serviço é pago, e nenhuma que leve o seu arquivo. O motor deste par específico é SheetJS, um leitor e gravador de planilhas em JavaScript; seu navegador baixa isso uma vez e guarda.
É. Sem conta, sem marca d’água e sem cota diária para gastar: roda no seu próprio aparelho, então você pode voltar quantas vezes quiser. O navegador processa arquivos de até 100 MB, 100 por vez. SheetJS é baixado para a sua máquina e roda lá, e por isso não há contador.
XLSX e CSV descrevem o conteúdo de maneiras radicalmente diferentes. A conversão é, portanto, uma reconstrução e não uma cópia: fiel, mas não idêntica byte a byte. Só a primeira planilha é lida, e dela só os valores. Fórmulas, formatação, largura das colunas e todas as planilhas seguintes ficam de fora.
Para a conversão, não: ela acontece no navegador que você já tem aberto. Para abrir o resultado você precisa depois do programa com que o seu aparelho normalmente exibe Comma-Separated Values.
Esta página converte um no outro. Se a sua dúvida é escolher e não converter, XLSX vs CSV responde qual usar, para quê, e no que cada um é ruim.