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Aqui você converte WebM para FLAC de graça e sem conta: solte o arquivo acima e em poucos segundos o resultado está pronto para baixar. A conversão acontece dentro do seu próprio navegador, então o arquivo nunca é enviado. Funciona igual no Windows, no macOS e no Linux e também no iPhone e no Android, e continua funcionando mesmo se você cortar a conexão.
Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.
Eles são convertidos um após o outro e baixados juntos em um ZIP.
WebM para FLAC
Um WebM carrega Opus ou, em arquivos mais antigos, Vorbis. Os dois são codecs com perdas: analisam o som, decidem quais partes um ouvinte não vai notar, e descartam essas partes permanentemente. Isso aconteceu quando o arquivo foi gravado, e nenhuma conversão feita depois reverte isso.
O FLAC é genuinamente sem perdas, e aqui isso significa que preserva sem perdas uma aproximação. O FLAC vai ficar várias vezes maior que o WebM e vai soar exatamente igual — não um pouco melhor, idêntico. Se você chegou aqui achando que esta conversão melhora uma gravação, a coisa útil que esta página pode fazer é te dizer que não melhora, antes de você gastar o espaço em disco.
O FLAC foi lançado em 2001, assumido pela Xiph.Org em 2003 e padronizado, e foi desenhado para um trabalho: guardar áudio que você pretende ainda ter daqui a vinte anos. Comprime PCM pela metade sem perda, a diferença entre um arquivo de preservação que cabe num disco e um que não cabe.
Também carrega uma soma de verificação em todo quadro. Isso parece uma nota de rodapé e é a propriedade mais importante da lista. Um WAV corrompido silenciosamente por um disco falhando toca com um clique e parece bem; um FLAC com o mesmo dano reporta uma incompatibilidade quando é verificado. Para material que você não consegue regravar — uma entrevista, uma palestra, uma ligação —, poder checar se um arquivo está íntegro vale mais que qualquer taxa de bits.
Os dois preservam as amostras decodificadas exatamente, então a escolha não tem nada a ver com fidelidade. O FLAC fica com cerca de metade do tamanho, guarda tag, e se autoverifica. O WAV, de 1991, é lido por praticamente tudo e não precisa de decodificador nenhum.
A divisão segue o verbo. Se você vai fazer algo com o arquivo hoje — transcrever, editar, alimentar um script —, pegue o WAV, porque é o que a ferramenta quer e o tamanho não importa por uma tarde. Se você vai guardar, pegue o FLAC, porque em cinco anos o tamanho e a verificação vão importar e nenhuma sessão de edição vai.
Existe uma versão desta conversão que é inteiramente correta, e gira em torno da palavra "master". Se o WebM é a única cópia de algo — um depoimento gravado, uma captura de rádio comunitária, uma mensagem de voz de família, uma palestra que ninguém mais filmou — então é um master independente de como foi comprimido, e a prática de masterização é parar de comprimir mais a partir daí.
A partir do FLAC não existe perda por geração. Todo corte, toda edição, toda exportação parte das mesmas amostras. Esse é o motivo certo para fazer um, e vale independente de quão comprimida a gravação original era. O que não vale é a ideia de que o FLAC tem mais som do que o WebM tinha.
O FLAC costuma ficar entre 40 e 60 por cento do áudio sem compressão equivalente, com fala na ponta eficiente porque é quieta e simples. Contra o WebM de origem, espere um múltiplo em vez de uma fração: uma hora de conversa gravada pode pesar quarenta megabytes como Opus e duzentos como FLAC.
Esse salto de cinco vezes é uma descrição justa de quão melhor o Opus é em fala do que qualquer esquema sem perdas consegue ser, não um sinal de que algo deu errado. Planeje o disco antes de converter um ano de gravações, e lembre que o FLAC é uma decisão de arquivamento — feito para ficar parado, não para carregar no celular.
Codificação de FLAC não é algo que todo navegador expõe. Onde a plataforma fornece um codificador, ele é usado direto; onde não fornece, uma versão compilada do codificador de referência é baixada na primeira vez que você pede um FLAC e reutilizada pelo resto da sessão. Essa é a pequena pausa antes da barra de progresso se mover no primeiro arquivo.
É buscado uma vez e é um arquivo estático como qualquer outro na página. Nada da sua gravação está envolvido nesse download, e o áudio em si nunca vai a lugar nenhum — a codificação acontece na aba.
Só a primeira faixa de áudio sobrevive, e qualquer faixa de vídeo é descartada de cara. Uma reunião gravada que capturou o microfone e o áudio do sistema compartilhado como duas faixas entrega uma delas, e não há como escolher qual.
As tags atravessam, na medida em que o WebM tem alguma. Título, descrição, artista e data são lidos do elemento de tag do Matroska e escritos no FLAC como comentários Vorbis — mas um gravador de navegador ou uma ferramenta de reunião preenche quase nenhum deles, então na prática o FLAC chega com áudio e uma folha em branco. Ajuste data, participantes e descrição deliberadamente numa ferramenta de tag; um arquivo de preservação é o contexto em que usar isso compensa.
Arquivamento é uma atividade em massa. Até cem arquivos WebM podem ser convertidos numa passagem só, cada um com seu próprio progresso, e o resultado baixa junto como um ZIP. O trabalho acontece na sua máquina, então um lote grande é limitado pelo seu processador, não por uma cota de upload.
Isso também resolve a questão que torna este par estranho em outros lugares. As gravações que as pessoas convertem para arquivamento são as com a expectativa de vida mais longa e o conteúdo mais sensível, e passar uma década delas por um servidor desconhecido é um péssimo primeiro passo num plano de preservação. Nada carregando o áudio é enviado aqui.
| WebM | FLAC | |
|---|---|---|
| Nome completo | Vídeo WebM | Free Lossless Audio Codec |
| Extensão do arquivo | .webm | .flac |
| Tipo de mídia | video/webm | audio/flac |
| Compressão | Com perdas — o tamanho é comprado com qualidade | Sem perdas — nada é descartado |
| Publicado pela primeira vez | 2010 | 2001 |
| Publicado por | Xiph.Org | |
| Especificação | — | RFC 9639 |
| Licença | Padrão aberto | Padrão aberto |
| Situação hoje | Atual | Atual |
| Profundidade de bits | — | 32 |
| Canais de áudio | — | até 8 |
| Abre no navegador | Todos os navegadores | Todos os navegadores |
| Considerado no lugar | MP4, MKV | WAV, AIFF, MP3 |
FLAC é formato de trabalho e WebM é formato pronto. Volta texto editável em vez de uma imagem da página, o que costuma ser o motivo da conversão e também o seu limite.
VLC lê tanto WebM quanto FLAC, então dá para comparar o resultado com o original sem um segundo programa.
Os dois miram trabalhos diferentes: WebM em a web e a transmissão, FLAC em o arquivamento. Vale pesar isso antes, porque o motivo de um existir costuma ser o motivo de o outro ser incômodo.
FLAC vem da Xiph.Org é de 2001, descrito em RFC 9639. Audacity, foobar2000 e VLC leem o formato.
Não. Esta conversão acontece inteiramente no seu navegador, então o arquivo não sai do seu aparelho. Você mesmo pode conferir: abra a aba de rede das ferramentas de desenvolvedor e converta alguma coisa. Você verá a própria página e as requisições de estatística e de publicidade com que este serviço é pago, e nenhuma que leve o seu arquivo. O motor deste par específico é mediabunny, um invólucro do WebCodecs, que aproveita os decodificadores do seu próprio aparelho; seu navegador baixa isso uma vez e guarda.
É. Sem conta, sem marca d’água e sem cota diária para gastar: roda no seu próprio aparelho, então você pode voltar quantas vezes quiser. O navegador processa arquivos de até 100 MB, 100 por vez. mediabunny é baixado para a sua máquina e roda lá, e por isso não há contador.
Não. FLAC guarda o mesmo conteúdo sem jogar nada fora: o resultado é idêntico em qualidade ao original. Só a primeira faixa de som é mantida. Um filme com segundo idioma ou com faixa de comentários perde essa faixa.
FLAC é formato de trabalho e WebM é formato pronto. Volta texto editável em vez de uma imagem da página, o que costuma ser o motivo da conversão e também o seu limite.