Converter AAC para FLAC

Aqui você converte AAC para FLAC de graça e sem conta: solte o arquivo acima e em poucos segundos o resultado está pronto para baixar. A conversão acontece dentro do seu próprio navegador, então o arquivo nunca é enviado. Funciona igual no Windows, no macOS e no Linux e também no iPhone e no Android, e continua funcionando mesmo se você cortar a conexão.

  • Onde roda No seu navegador. O arquivo nunca é enviado.
  • Com perdas Parte do detalhe é trocada por tamanho. FLAC não consegue guardar tudo o que um AAC guarda.
  • Limite de tamanho Até 100 MB por arquivo, de graça e sem conta.
  • Vale saber O arquivo fica bem maior sem melhorar. O que a compressão original tirou já se foi; um formato sem perdas só consegue preservar o que sobrou.

Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.

A exigência é de formato, não de qualidade

Quase sempre alguém chega aqui porque um formulário pediu FLAC ou WAV: uma distribuidora digital, um selo, um estúdio de masterização, uma emissora com especificação própria. O arquivo que se tem é AAC, e a exigência é satisfeita convertendo — o formato passa a bater, ainda que o áudio já tenha passado por uma compressão com perdas antes.

As duas coisas são verdadeiras ao mesmo tempo, e a atitude sensata é declarar a origem em vez de deixar a extensão falar por você. Quem recebe esses arquivos está acostumado a isso e prefere saber do que descobrir sozinho num espectrograma.

O que aparece num espectrograma

Um codificador com perdas corta as frequências mais agudas de forma abrupta — uma prateleira nítida perto de 16, 19 ou 20 kHz, dependendo do bitrate original. Qualquer analisador de espectro mostra isso em segundos, e é assim que um engenheiro de masterização identifica um FLAC feito a partir de AAC.

Isso não invalida a conversão: para quem só precisa do formato certo, o FLAC cumpre a exigência. Para quem vai masterizar de verdade, a origem lossy costuma ser motivo de recusa, e é melhor saber isso antes de enviar do que depois.

Por que FLAC e não WAV, quando os dois são aceitos

O FLAC reconstrói exatamente os mesmos valores que o WAV guardaria, ocupando por volta da metade do espaço — o que importa quando a entrega é uma hora de áudio numa conexão lenta. Ele também carrega um checksum: um arquivo corrompido no envio é detectado, em vez de tocar errado sem aviso.

A metadata também pesa a favor do FLAC: os campos Vorbis comment guardam título, artista, ISRC e outros dados, e capas entram como bloco de imagem. O WAV só tem o chunk INFO, com sete campos em Latin-1 e nenhuma imagem. WAV só vale a pena diante de um sistema de ingestão realmente antigo.

O tamanho que se deve esperar

O FLAC comprime uma gravação real prevendo cada amostra a partir das anteriores. Áudio que já passou por um modelo psicoacústico responde pior a essa previsão, então o resultado fica em torno de 60 a 70% do tamanho não comprimido, em vez dos 50 a 55% de uma gravação nova.

Na prática: uma faixa de quatro minutos em AAC a 256 kbps pesa cerca de 7,7 MB, e o FLAC correspondente costuma ficar entre 20 e 30 MB — de três a cinco vezes maior, sem nenhum detalhe a mais dentro.

O que o FLAC realmente garante a partir daqui

Sem perdas descreve o futuro do arquivo, não sua origem. A partir do momento em que ele é criado, copiar, mover, abrir num editor e salvar de novo não tira mais nada dele — os valores continuam idênticos em toda manipulação.

É uma proteção real para um arquivo de entrega, que costuma ser cortado, nivelado, editado e reexportado várias vezes. Cada uma dessas etapas custaria um pouco de qualidade num formato lossy; em FLAC não custa nada.

Taxa de amostragem, canais e o que a especificação provavelmente quer

O FLAC mantém a taxa e o número de canais do AAC de origem: 44.100 Hz estéreo para música de streaming, 48.000 Hz para áudio extraído de vídeo, taxas mais baixas e mono para gravações de transmissão. Nada disso é alterado — reamostrar só para bater com um número da especificação adicionaria uma etapa sem ganhar informação.

Se a exigência pede uma taxa específica que o arquivo não tem, a reamostragem deve ser feita à parte, num programa que permita escolher o algoritmo. Converta para FLAC aqui, reamostre depois, e guarde o AAC como referência de origem.

Canais além do estéreo comum

O AAC permite até 48 canais e o FLAC até 8, e é aí que uma entrega de transmissão pode travar. Áudio estéreo e 5.1 comuns passam sem problema.

Uma configuração de canais que não cabe no FLAC é reduzida automaticamente para dois canais a 48.000 Hz, em vez de falhar. Confira a contagem de canais do arquivo gerado antes de enviar uma entrega multicanal — descobrir a redução depois de submeter custa uma rodada inteira de revisão.

Metadado de um AAC solto: confira, não dê como certo

Um AAC extraído de um M4A ou que já carregava um bloco ID3v2 pode ter título, artista, álbum, faixa, gênero, data e capa — mas esta página não garante que esses campos sejam mapeados para Vorbis comments no FLAC de saída. O conversor não recebe nenhuma instrução sobre tags, então o resultado é o que a biblioteca que faz o trabalho decidir por conta própria.

Uma captura ADTS crua — de um stream, de um HLS, de uma gravação de transmissão — costuma não ter metadado nenhum para começar, e nesse caso o FLAC sai sem tags de qualquer forma. Onde os campos importam, a rotina é abrir o FLAC convertido num editor de tags e completar o que faltar a partir daí.

Convertendo material sob embargo sem enviar a ninguém

O áudio de uma entrega costuma ser exatamente o que não pode vazar: uma faixa inédita, um episódio com data de lançamento marcada, uma gravação de cliente sob contrato de sigilo. Um conversor que faz upload cria justamente a cópia que esse contrato quer evitar.

Aqui o AAC é decodificado no seu próprio aparelho e o FLAC é escrito por um codificador carregado na aba, sem passar por servidor nenhum. Arquivos até 100 MB são aceitos, os lotes voltam num ZIP, e a aba de rede do navegador confirma que nada é enviado durante a conversão.

Como converter AAC para FLAC

  1. Solte o seu arquivo AAC nesta página, ou clique para escolher um.
  2. Escolha FLAC como destino. A conversão acontece no seu navegador e o arquivo não é enviado.
  3. Baixe o arquivo FLAC pronto.

AAC ou FLAC: o que muda

AAC comparado com FLAC
AACFLAC
Nome completoAdvanced Audio CodingFree Lossless Audio Codec
Extensão do arquivo.aac.flac
Tipo de mídiaaudio/aacaudio/flac
CompressãoCom perdas — o tamanho é comprado com qualidadeSem perdas — nada é descartado
Publicado pela primeira vez19972001
Publicado porMPEGXiph.Org
EspecificaçãoISO/IEC 13818-7RFC 9639
LicençaPadrão abertoPadrão aberto
Situação hojeAtualAtual
Profundidade de bits32
Canais de áudioaté 48até 8
Abre no navegadorTodos os navegadoresTodos os navegadores
Considerado no lugarMP3, OPUSWAV, AIFF, MP3

O que se perde

AAC prevê até 48 canais de áudio e FLAC até 8. Uma mixagem surround é rebaixada em vez de preservada.

O que o formato de destino acrescenta

FLAC é formato de trabalho e AAC é formato pronto. Volta texto editável em vez de uma imagem da página, o que costuma ser o motivo da conversão e também o seu limite.

Abrir o resultado

VLC lê tanto AAC quanto FLAC, então dá para comparar o resultado com o original sem um segundo programa.

Tamanho e qualidade

O resultado fica maior que o original e não fica melhor. AAC já descartou detalhe e FLAC guarda o que sobrou sem descartar mais: evita perda nova, não desfaz a primeira.

Para que serve cada formato

Os dois miram trabalhos diferentes: AAC em entregar um arquivo pronto, a transmissão e celulares, FLAC em o arquivamento. Vale pesar isso antes, porque o motivo de um existir costuma ser o motivo de o outro ser incômodo.

AAC é o formato da MPEG, publicado em 1997. Está descrito em ISO/IEC 13818-7, e vale conhecer se o arquivo precisa sobreviver à ferramenta que o escreveu.

FLAC vem da Xiph.Org é de 2001, descrito em RFC 9639. Audacity, foobar2000 e VLC leem o formato.

De AAC para FLAC: perguntas frequentes

Meu arquivo AAC é enviado para algum lugar?

Não. Esta conversão acontece inteiramente no seu navegador, então o arquivo não sai do seu aparelho. Você mesmo pode conferir: abra a aba de rede das ferramentas de desenvolvedor e converta alguma coisa. Você verá a própria página e as requisições de estatística e de publicidade com que este serviço é pago, e nenhuma que leve o seu arquivo. O motor deste par específico é mediabunny, um invólucro do WebCodecs, que aproveita os decodificadores do seu próprio aparelho; seu navegador baixa isso uma vez e guarda.

Converter AAC para FLAC é grátis?

É. Sem conta, sem marca d’água e sem cota diária para gastar: roda no seu próprio aparelho, então você pode voltar quantas vezes quiser. O navegador processa arquivos de até 100 MB, 100 por vez. mediabunny é baixado para a sua máquina e roda lá, e por isso não há contador.

Perde qualidade ao converter AAC para FLAC?

FLAC comprime, então dados se perdem. No ajuste padrão isso não aparece; se você quer garantia, aumente a qualidade. O arquivo fica bem maior sem melhorar. O que a compressão original tirou já se foi; um formato sem perdas só consegue preservar o que sobrou.

Converter para FLAC melhora a qualidade?

O resultado fica maior que o original e não fica melhor. AAC já descartou detalhe e FLAC guarda o que sobrou sem descartar mais: evita perda nova, não desfaz a primeira.

O arquivo FLAC pode ser editado depois?

FLAC é formato de trabalho e AAC é formato pronto. Volta texto editável em vez de uma imagem da página, o que costuma ser o motivo da conversão e também o seu limite.

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