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Aqui você converte BMP para PNG de graça e sem conta: solte o arquivo acima e em poucos segundos o resultado está pronto para baixar. A conversão acontece dentro do seu próprio navegador, então o arquivo nunca é enviado. Funciona igual no Windows, no macOS e no Linux e também no iPhone e no Android, e continua funcionando mesmo se você cortar a conexão.
Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.
Eles são convertidos um após o outro e baixados juntos em um ZIP.
BMP para PNG
BMP 450 KB → PNG 139 KB 3.2× menor
BMP 450 KB → PNG 7 KB 64.6× menor
BMP 450 KB → PNG 3 KB 176.7× menor
Um BMP guarda cada pixel em três bytes e não faz mais nada com eles. Não há etapa de compressão, nem dicionário, nem previsão: o arquivo é a grade de pixels escrita em sequência, com um cabeçalho curto na frente. O tamanho vira pura aritmética — largura vezes altura vezes três, aproximadamente.
Uma captura de tela de 1920 por 1080 dá 6,2 MB seja lá o que ela mostre, uma planilha ou uma foto de família. Nada no desenho consegue reduzir isso. O limite gratuito de 100 MB por arquivo desta página equivale a cerca de 33 megapixels de BMP, e esse é um teto que essa conversão realmente encontra.
PNG é sem perdas no sentido estrito: comprimir significa achar um jeito mais curto de escrever os mesmos números, não decidir quais números importam. O resultado decodificado é idêntico ao original, byte a byte de pixel.
Por isso esta página não tem controle de qualidade nem nada para ajustar. Não existe troca a fazer: as únicas variáveis são quanto tempo o codificador gasta procurando repetição e quantos bytes ele encontra, e as duas já estão decididas antes de você clicar em qualquer coisa.
O PNG aqui é gravado pelo codificador jSquash e depois passa pelo oxipng no nível 2, uma segunda etapa que reescreve o arquivo com filtros melhores. Numa fotografia de 960 por 640, essa passagem levou o resultado de 1.366 KB para 468 KB — dois terços a menos.
A mesma foto como BMP pesa 1,84 MB, então o PNG final fica em torno de um quarto disso. Fotografia é o pior caso: material plano — prints de tela, diagramas, desenho vetorial rasterizado — comprime bem mais forte, exatamente o tipo de conteúdo que costuma sair como BMP de programas do Windows.
Paint, IrfanView, utilitários de scanner, softwares de laboratório e uma cauda longa de programas escritos na época em que o Windows tinha um único formato de bitmap óbvio. O BMP vem de 1987 e sobrevive porque o Windows ainda escreve nesse formato e alguns programas não leem outra coisa.
Ou seja, quase ninguém escolhe um BMP de propósito: ele aparece, e converter costuma ser a primeira coisa a fazer. Se o arquivo vai para algum lugar que se importa com tamanho, o PNG é o formato que ele deveria ter sido desde o início.
O BMP pode ter canal alfa nas variantes de 32 bits, e o PNG também tem um. Onde a transparência existe, ela atravessa a conversão intacta — uma direção rara em que nada precisa ser achatado nem receber cor de fundo.
A maioria dos arquivos BMP não tem isso: 24 bits por pixel é o mais comum, sem espaço para alfa. O resultado normal é um PNG opaco de uma origem opaca. Se a ideia era recortar um logotipo do retângulo branco onde ele foi salvo, isso é edição, não conversão de formato — nada no arquivo diz quais pixels brancos são fundo e quais fazem parte do desenho.
O BMP tem um modo com paleta: oito bits por pixel apontando para uma tabela de até 256 cores, um jeito de cortar o arquivo a um terço numa época em que isso importava muito. Arquivos de ferramentas antigas costumam vir assim.
O caminho de leitura aqui não preserva essa estrutura: o navegador expande a paleta e entrega valores RGBA completos, então os pixels chegam exatos, mas a representação indexada compacta é reconstruída do zero pelo codificador PNG em vez de ser mantida como paleta.
O BMP não tem lugar para EXIF, XMP, IPTC ou perfil de cor embutido — não é uma questão de remover, é que nunca existiu. O PNG consegue carregar EXIF, XMP e um perfil ICC, mas não há nada na origem para colocar ali.
A consequência prática é sobre cor: sem perfil embutido na origem, o PNG será lido como sRGB por tudo que o abrir. Isso é correto para uma captura de tela comum e vale conferir se o BMP veio de um instrumento com gestão de cor própria.
Solte a pasta inteira: cada arquivo é decodificado e recodificado na sua própria máquina, mantém o nome com a extensão trocada, e o conjunto volta num ZIP só. Nenhum upload, nenhuma fila, nenhum limite diário.
Essa é a direção fácil de um lote, porque as saídas são a metade menor. O gargalo prático é o teto de 100 MB por arquivo de entrada, não o tamanho do conjunto — uma pasta com 200 capturas de tela não é problema nenhum aqui.
| BMP | PNG | |
|---|---|---|
| Nome completo | Bitmap do Windows | Portable Network Graphics |
| Extensão do arquivo | .bmp, .dib | .png |
| Tipo de mídia | image/bmp | image/png |
| Compressão | Sem compressão | Sem perdas — nada é descartado |
| Publicado pela primeira vez | 1987 | 1996 |
| Publicado por | Microsoft | PNG Development Group |
| Especificação | — | ISO/IEC 15948 |
| Licença | Publicado, não padronizado | Padrão aberto |
| Situação hoje | Antigo, ainda lido em todo lugar | Atual |
| Profundidade de bits | 8 | 16 |
| Cor que consegue descrever | RGB, paleta indexada | RGB, tons de cinza, paleta indexada |
| Maior imagem | — | 2.147.483.647 px por lado |
| Abre no navegador | Todos os navegadores | Todos os navegadores |
| Considerado no lugar | TIFF | WebP, SVG, JXL |
Nada é descartado. BMP e PNG guardam o conteúdo sem perda, então a conversão troca a embalagem e não a qualidade — e pode ser repetida sem que o estrago se acumule.
PNG aceita transparência e BMP não. É espaço que o resultado tem e que o original nunca usou: converter não cria fundo transparente, apenas torna um possível depois.
BMP é de 1987 e está praticamente superado. PNG é o que os programas atuais escrevem, então converter também é uma forma de continuar conseguindo ler.
GIMP lê tanto BMP quanto PNG, então dá para comparar o resultado com o original sem um segundo programa.
PNG empacota as mesmas amostras em cerca de metade do espaço. Nada é descartado — ao descompactar você recupera o BMP bit a bit — e por isso é o melhor lugar para o que você pretende guardar.
Os dois miram trabalhos diferentes: BMP em mover dados entre programas, PNG em as capturas de tela, logotipos e desenho de linha e a web. Vale pesar isso antes, porque o motivo de um existir costuma ser o motivo de o outro ser incômodo.
BMP é o formato da Microsoft, publicado em 1987. Registra 8 bits por canal.
PNG vem da PNG Development Group é de 1996, descrito em ISO/IEC 15948. Adobe Photoshop, GIMP e Paint.NET leem o formato.
Não. Esta conversão acontece inteiramente no seu navegador, então o arquivo não sai do seu aparelho. Você mesmo pode conferir: abra a aba de rede das ferramentas de desenvolvedor e converta alguma coisa. Você verá a própria página e as requisições de estatística e de publicidade com que este serviço é pago, e nenhuma que leve o seu arquivo. O motor deste par específico é jSquash, compilações em WebAssembly dos codecs de imagem de referência; seu navegador baixa isso uma vez e guarda.
É. Sem conta, sem marca d’água e sem cota diária para gastar: roda no seu próprio aparelho, então você pode voltar quantas vezes quiser. O navegador processa arquivos de até 100 MB, 100 por vez. jSquash é baixado para a sua máquina e roda lá, e por isso não há contador.
Não. PNG guarda o mesmo conteúdo sem jogar nada fora: o resultado é idêntico em qualidade ao original.
PNG empacota as mesmas amostras em cerca de metade do espaço. Nada é descartado — ao descompactar você recupera o BMP bit a bit — e por isso é o melhor lugar para o que você pretende guardar.
Nada é descartado. BMP e PNG guardam o conteúdo sem perda, então a conversão troca a embalagem e não a qualidade — e pode ser repetida sem que o estrago se acumule.
PNG aceita transparência e BMP não. É espaço que o resultado tem e que o original nunca usou: converter não cria fundo transparente, apenas torna um possível depois.
O que esta página afirma sobre BMP e PNG pode ser conferido, e estes são os documentos que resolvem a questão.