Converter FLAC para OPUS

Aqui você converte FLAC para OPUS de graça e sem conta: solte o arquivo acima e em poucos segundos o resultado está pronto para baixar. A conversão acontece dentro do seu próprio navegador, então o arquivo nunca é enviado. Funciona igual no Windows, no macOS e no Linux e também no iPhone e no Android, e continua funcionando mesmo se você cortar a conexão.

  • Onde roda No seu navegador. O arquivo nunca é enviado.
  • Com perdas Parte do detalhe é trocada por tamanho. OPUS não consegue guardar tudo o que um FLAC guarda.
  • Limite de tamanho Até 100 MB por arquivo, de graça e sem conta.

Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.

Por que a cópia do celular deveria ser Opus, e não MP3

O MP3 foi padronizado em 1993 e o Opus em 2012, e dezenove anos de pesquisa separam os dois. A diferença não é uniforme: em taxas altas os dois ficam difíceis de distinguir, e em taxas baixas o MP3 fica desagradável enquanto o Opus continua confortável. Uma cópia para celular vive exatamente nas taxas onde a diferença é maior, e é por isso que vale o trabalho de fazer essa troca.

Na prática, um Opus na faixa baixa segura bem contra um MP3 numa faixa consideravelmente mais alta. Reduzir o tamanho de uma biblioteca inteira mantendo a mesma experiência de escuta não é um ganho pequeno quando é a biblioteca que está lotando o celular. O custo é a compatibilidade, que é o assunto da próxima seção, não uma nota de rodapé.

Os aparelhos que não vão tocar um arquivo Opus

O Opus tem suporte irregular entre dispositivos, e a fama é merecida. O Android decodifica nativamente há anos, todo navegador atual lê, o VLC e o foobar2000 leem, e os clientes de streaming autogerenciado — os aplicativos de Jellyfin, Plex, Subsonic e afins — tocam porque carregam o próprio decodificador embutido. Isso cobre a maior parte do motivo pelo qual alguém converte uma biblioteca.

O que não cobre: som de carro, tocador portátil mais antigo, boa parte do firmware de streamer de rede e hi-fi, e a visualização de arquivo nativa do iOS em algumas situações. Se o destino é o painel de um carro ou um aparelho de cabeceira, esta não é a conversão certa, e MP3 ou AAC é a resposta pragmática. Converta um álbum, coloque no aparelho de verdade e escute antes de converter dois mil.

Escolhendo entre as três faixas de qualidade para a sua coleção

A página oferece três faixas — arquivo pequeno, equilibrada e alta qualidade — e a escolha entre elas é resolvida pelo próprio codificador de acordo com o material, não por um número fixo que apareça na tela. A regra sensata é casar a faixa com o lugar onde a cópia vai ser ouvida.

Podcast, audiolivro e locução: arquivo pequeno, e a economia é enorme porque voz precisa de bem menos dado que música. Música no celular por fone de ouvido ou no carro: a faixa equilibrada. Música em fone bom, ou uma cópia que talvez seja recodificada de novo depois para outra coisa: alta qualidade. O FLAC continua guardado em casa, então uma escolha errada custa rodar de novo, não uma gravação perdida.

O Opus opera num relógio fixo de 48.000 Hz

É uma característica do próprio padrão Opus, definida na RFC 6716, e não um ajuste desta página: o codec sempre trabalha internamente a 48 kHz. Uma faixa de CD a 44.100 Hz e um FLAC de alta resolução a 96.000 Hz passam pelo mesmo relógio na saída, cada um reamostrado para lá.

Para escutar isso não muda nada perceptível — a reamostragem é feita corretamente e ninguém identificou isso de ouvido em teste nenhum. Importa em duas situações específicas: uma ferramenta de catalogação que registra a taxa de amostragem técnica do arquivo vai discordar do master, e quem converte material de alta resolução deve entender que a banda extra paga por aquele material é descartada aqui, como acontece com qualquer codec com perdas.

Álbum ao vivo e faixas contínuas, e o que uma recodificação faz com elas

Um álbum ao vivo, uma mixagem de DJ ou uma gravação clássica com movimentos encadeados é uma performance contínua cortada em faixas. O FLAC reproduz as junções exatamente porque reproduz as amostras exatamente. Qualquer codificador com perdas trabalha em blocos fixos e precisa preencher a ponta de cada faixa para completar o último bloco, e é daí que vêm as costuras audíveis.

O contêiner Ogg, que carrega o Opus, registra um valor de pré-descarte que diz ao leitor quanto do início ignorar, e um tocador que respeita esse valor rejunta as faixas de forma limpa. Se o seu tocador respeita ou não é a variável que decide. Se um álbum sem intervalo entre faixas importa, teste esse álbum especificamente antes de converter o resto, e guarde o FLAC de qualquer jeito, para um resultado ruim não custar nada.

A coleção FLAC é a biblioteca; isto é um cache

Trate os arquivos Opus como descartáveis. Dá para regerar eles a partir dos masters numa noite, numa faixa de qualidade diferente se a primeira escolha foi errada, ou num codec inteiramente diferente quando o próximo celular ou o próximo carro recusar este. Os FLAC não dá para regerar a partir de nada.

A falha contra a qual isso avisa é específica e comum: alguém converte uma coleção, ouve que está boa e libera o espaço em disco. Um ano depois um aparelho pede AAC, ou surge um codificador melhor, e toda recodificação agora parte de uma fonte com perdas. Guardar os masters custa um disco, que é mais barato do que foi montar a coleção.

Sem codificador para baixar, e nenhum álbum sai da aba

O Opus é o único alvo de áudio deste site que não busca nada para funcionar. Todo navegador teve que implementar o Opus por causa de chamadas de voz, então o codificador já está presente, e a sua máquina já decodifica FLAC — a conversão começa no instante em que um arquivo chega e não contacta servidor nenhum em ponto algum. Dá para acompanhar a aba de rede durante um lote inteiro e ver que nada se move.

Os arquivos têm limite de 100 MB cada, e cem podem ser soltos juntos e recebidos de volta num ZIP. Para uma coleção isso significa trabalhar álbum por álbum em vez de tudo de uma vez, o que também é o jeito sensato de fazer: converta um, coloque no aparelho, confirme que toca, e siga com o resto.

Sem servidor de reserva, e por que isso está bem para áudio

Esta conversão roda inteiramente no navegador, através do WebCodecs que o próprio sistema operacional já usa para tocar arquivos, e não existe um caminho de reserva pelo servidor. Se o aparelho que está convertendo não decodifica FLAC ou não codifica Opus, a página avisa em vez de tentar disfarçar um resultado ruim.

Isso raramente é um problema para áudio: diferente de vídeo, cujo codificador em WebAssembly pesaria dezenas de megabytes e por isso não existe aqui, o áudio quase sempre tem uma resposta pronta em qualquer navegador atual. É vídeo, não áudio, onde a ausência de um caminho alternativo de fato aperta.

Como converter FLAC para OPUS

  1. Solte o seu arquivo FLAC nesta página, ou clique para escolher um.
  2. Escolha OPUS como destino. A conversão acontece no seu navegador e o arquivo não é enviado.
  3. Baixe o arquivo OPUS pronto.

FLAC ou OPUS: o que muda

FLAC comparado com OPUS
FLACOPUS
Nome completoFree Lossless Audio CodecÁudio Opus
Extensão do arquivo.flac.opus
Tipo de mídiaaudio/flacaudio/opus
CompressãoSem perdas — nada é descartadoCom perdas — o tamanho é comprado com qualidade
Publicado pela primeira vez20012012
Publicado porXiph.OrgXiph.Org
EspecificaçãoRFC 9639RFC 6716
LicençaPadrão abertoPadrão aberto
Situação hojeAtualAtual
Profundidade de bits32
Canais de áudioaté 8até 255
Abre no navegadorTodos os navegadoresNavegadores atuais
Considerado no lugarWAV, AIFF, MP3AAC, MP3

Abrir o resultado

Os navegadores atuais leem OPUS; os antigos não. É o menos portátil dos dois, então vale confirmar que o destinatário aceita antes de enviar.

Audacity e VLC leem tanto FLAC quanto OPUS, então dá para comparar o resultado com o original sem um segundo programa.

Tamanho e qualidade

O arquivo fica bem menor, e fica menor descartando detalhe. FLAC guarda tudo; OPUS guarda o que o olho quase não percebe. Numa fotografia a troca sai quase de graça; em texto, captura de tela ou desenho de linha ela aparece como halos nas bordas.

Para que serve cada formato

Os dois miram trabalhos diferentes: FLAC em o arquivamento, OPUS em a transmissão e a web. Vale pesar isso antes, porque o motivo de um existir costuma ser o motivo de o outro ser incômodo.

FLAC é o formato da Xiph.Org, publicado em 2001. Registra 32 bits por canal.

OPUS vem da Xiph.Org é de 2012, descrito em RFC 6716. VLC, FFmpeg e Audacity leem o formato.

De FLAC para OPUS: perguntas frequentes

Meu arquivo FLAC é enviado para algum lugar?

Não. Esta conversão acontece inteiramente no seu navegador, então o arquivo não sai do seu aparelho. Você mesmo pode conferir: abra a aba de rede das ferramentas de desenvolvedor e converta alguma coisa. Você verá a própria página e as requisições de estatística e de publicidade com que este serviço é pago, e nenhuma que leve o seu arquivo. O motor deste par específico é mediabunny, um invólucro do WebCodecs, que aproveita os decodificadores do seu próprio aparelho; seu navegador baixa isso uma vez e guarda.

Converter FLAC para OPUS é grátis?

É. Sem conta, sem marca d’água e sem cota diária para gastar: roda no seu próprio aparelho, então você pode voltar quantas vezes quiser. O navegador processa arquivos de até 100 MB, 100 por vez. mediabunny é baixado para a sua máquina e roda lá, e por isso não há contador.

Perde qualidade ao converter FLAC para OPUS?

OPUS comprime, então dados se perdem. No ajuste padrão isso não aparece; se você quer garantia, aumente a qualidade.

Passar de FLAC para OPUS perde qualidade?

O arquivo fica bem menor, e fica menor descartando detalhe. FLAC guarda tudo; OPUS guarda o que o olho quase não percebe. Numa fotografia a troca sai quase de graça; em texto, captura de tela ou desenho de linha ela aparece como halos nas bordas.

Um arquivo OPUS abre no navegador?

Os navegadores atuais leem OPUS; os antigos não. É o menos portátil dos dois, então vale confirmar que o destinatário aceita antes de enviar.

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