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Aqui você converte JPG para WebP de graça e sem conta: solte o arquivo acima e em poucos segundos o resultado está pronto para baixar. A conversão acontece dentro do seu próprio navegador, então o arquivo nunca é enviado. Funciona igual no Windows, no macOS e no Linux e também no iPhone e no Android, e continua funcionando mesmo se você cortar a conexão.
Até 100 arquivos de uma vez. Formatos misturados não são problema.
Eles são convertidos um após o outro e baixados juntos em um ZIP.
JPG para WebP






Numa fotografia comum o WebP chega ao resultado do JPG com vinte e cinco a trinta por cento menos bytes. Num site com muitas imagens é a intervenção mais perceptível no tempo de carregamento.
Não é promessa fixa: depende da imagem. Fotos com muito detalhe ganham menos, fotos com áreas amplas e uniformes ganham muito mais.
Dá. Todos os navegadores atuais leem, telefones incluídos, e já faz anos. O tempo de manter um plano B acabou.
Onde ainda tropeça é fora do navegador: alguns programas de mesa e alguns formulários de envio não aceitam. Para um anexo de e-mail o JPG continua sendo a escolha prudente.
O JPG de origem já jogou detalhe fora. O WebP comprime uma segunda vez por cima, e os dois erros se somam.
Numa qualidade alta não aparece. Mas se o JPG já estava maltratado, o WebP não conserta: deixa menor e um pouco pior.
O WebP tem duas variantes: com perdas, no lugar do JPG, e sem perdas, no lugar do PNG — e nesse papel costuma ser mais leve que o PNG.
Ou seja, um site pode usar um formato só em vez de dois. É a vantagem menos divulgada e talvez a mais prática.
O AVIF comprime ainda melhor, às vezes bastante. Em troca, a codificação é mais lenta e o suporte, embora bom, é mais recente.
O WebP é a escolha segura de hoje; o AVIF vale se aqueles últimos dez por cento importam e você tem tempo de gerar.
Com o elemento picture você indica o WebP como primeira opção e o JPG como reserva. O navegador pega o que sabe ler, sem código seu.
Foi assim que os sites sérios fizeram a transição: sem risco e sem visitante deixado para trás.
Cada recompressão com perdas tira um pouco. Se hoje você exporta em WebP e depois recomeça a partir desse WebP, o resultado é pior do que partir sempre do original.
Guarde o arquivo de origem e gere dali todas as versões de que precisar. Não custa nada, além de um pouco de organização.
| JPG | WebP | |
|---|---|---|
| Nome completo | Imagem JPEG | Imagem WebP |
| Extensão do arquivo | .jpg, .jpeg, .jpe | .webp |
| Tipo de mídia | image/jpeg | image/webp |
| Compressão | Com perdas — o tamanho é comprado com qualidade | Um ou outro, conforme a configuração |
| Publicado pela primeira vez | 1992 | 2010 |
| Publicado por | Joint Photographic Experts Group | |
| Especificação | ITU-T T.81 | RFC 9649 |
| Licença | Padrão aberto | Padrão aberto |
| Situação hoje | Atual | Atual |
| Profundidade de bits | 8 | 8 |
| Cor que consegue descrever | RGB, tons de cinza, YCbCr | RGB, YCbCr |
| Maior imagem | 65.535 px por lado | 16.383 px por lado |
| Abre no navegador | Todos os navegadores | Todos os navegadores |
| Considerado no lugar | AVIF, HEIC | AVIF, PNG |
WebP não tem onde guardar os campos IPTC: legenda, crédito e palavras-chave e as coordenadas de GPS, então isso não passa do arquivo JPG. Vale conferir antes de apagar o original — e vale saber, se apagar era justamente o objetivo.
WebP aceita transparência e JPG não. É espaço que o resultado tem e que o original nunca usou: converter não cria fundo transparente, apenas torna um possível depois.
WebP comporta animação; um arquivo JPG é um quadro só. Sai um arquivo de uma imagem em um formato que aceitaria mais.
Adobe Photoshop e GIMP leem tanto JPG quanto WebP, então dá para comparar o resultado com o original sem um segundo programa.
O resultado fica maior que o original e não fica melhor. JPG já descartou detalhe e WebP guarda o que sobrou sem descartar mais: evita perda nova, não desfaz a primeira.
JPG é o formato da Joint Photographic Experts Group, publicado em 1992. Registra 8 bits por canal.
WebP vem da Google é de 2010, descrito em RFC 9649. Adobe Photoshop, GIMP e Squoosh leem o formato.
JPG foi publicado em 1992 e WebP em 2010. O mais antigo costuma ser o arquivo mais seguro para entregar; o mais novo faz o mesmo com menos bytes.
Não. Esta conversão acontece inteiramente no seu navegador, então o arquivo não sai do seu aparelho. Você mesmo pode conferir: abra a aba de rede das ferramentas de desenvolvedor e converta alguma coisa. Você verá a própria página e as requisições de estatística e de publicidade com que este serviço é pago, e nenhuma que leve o seu arquivo. O motor deste par específico é jSquash, compilações em WebAssembly dos codecs de imagem de referência; seu navegador baixa isso uma vez e guarda.
É. Sem conta, sem marca d’água e sem cota diária para gastar: roda no seu próprio aparelho, então você pode voltar quantas vezes quiser. O navegador processa arquivos de até 100 MB, 100 por vez. jSquash é baixado para a sua máquina e roda lá, e por isso não há contador.
WebP comprime, então dados se perdem. No ajuste padrão isso não aparece; se você quer garantia, aumente a qualidade.
O resultado fica maior que o original e não fica melhor. JPG já descartou detalhe e WebP guarda o que sobrou sem descartar mais: evita perda nova, não desfaz a primeira.
WebP não tem onde guardar os campos IPTC: legenda, crédito e palavras-chave e as coordenadas de GPS, então isso não passa do arquivo JPG. Vale conferir antes de apagar o original — e vale saber, se apagar era justamente o objetivo.
WebP aceita transparência e JPG não. É espaço que o resultado tem e que o original nunca usou: converter não cria fundo transparente, apenas torna um possível depois.
Esta página converte um no outro. Se a sua dúvida é escolher e não converter, JPG vs WebP responde qual usar, para quê, e no que cada um é ruim.
O que esta página afirma sobre JPG e WebP pode ser conferido, e estes são os documentos que resolvem a questão.